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Produção industrial baiana recuou 3,7% em fevereiro

A Pesquisa Industrial Mensal (PIM) aponta que a produção baiana recuou 2,2% em fevereiro, em relação ao mesmo período do ano anterior, interrompendo sequência de sete resultados positivos nesse tipo de comparação. Na mesma comparação, o Brasil apresentou retração de 3,2% e o Nordeste de 4,1%. No primeiro bimestre de 2013 a Bahia acumula crescimento de 2,7%, o Brasil de 1,1% e o Nordeste pequeno crescimento de 0,2%. Na comparação com o mês imediatamente anterior (fev13/jan13), a indústria apresentou decréscimo de 3,7%. Os dados são divulgados pelo IBGE, com análise da Superintendência de Estudos Econômicos e Sociais da Bahia (SEI), autarquia da Secretaria do Planejamento (Seplan).

O resultado negativo no indicador (2,2%), na comparação com fevereiro de 2012, é atribuído ao recuo, principalmente, no segmento de Alimentos e bebidas (-23,0%), em razão da perda observada em farinhas e “pellets” da extração do óleo de soja, refrigerantes, óleo de soja, cervejas, chopes e outros derivados de soja. Vale ressaltar a influência da elevada base de comparação, já que esse setor cresceu 11,5% em fevereiro de 2012. Outras contribuições negativas foram registradas por Celulose e papel (-10,1%), Produtos químicos (-3,6%) e Minerais não metálicos (-1,6%). As contribuições positivas ficaram com os setores de Refino de petróleo e produção de álcool (11,2%), Borracha e plástico (22,2%), Metalurgia básica (7,0%) e Veículos (28,7%).

Já no acumulado do ano (2,6%), cinco dos oito segmentos da Indústria de Transformação influenciaram o resultado, com destaque para Refino de petróleo e produção de álcool (12,6%), Celulose e papel (8,3%), Borracha e plástico (22,3%) e Metalurgia (8,0%). Negativamente, destacaram-se Alimentos e bebidas (-12,8%) e Produtos químicos (-1,7%). No acumulado em 12 meses, comparado com o mesmo período do ano anterior, a taxa da produção industrial baiana assinalou crescimento de 2,7%. Dos oito segmentos da indústria de transformação seis apresentaram acréscimo no período, com destaque para Refino de petróleo e produção de álcool (6,8%), Produtos químicos (3,0%) e Celulose e papel (5,6%). Por outro lado, as influências negativas vieram de Metalurgia básica (-8,8%) e Alimentos e bebidas (-2,4%).

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