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Indicador de Confiança do Empresariado Baiano registra queda de 6,5 pontos

O Indicador de Confiança do Empresariado Baiano (ICEB) recuou 6,5 pontos no mês de maio, marcando 118,2 pontos e se mantendo estável na zona de Otimismo Moderado. De uma forma geral, o empresariado baiano está menos otimista em maio, com exceção do empresariado do ramo de Serviços e Comércio, que exibiu um leve crescimento de 17,4 pontos em relação a abril e, com 209,5 pontos, permanece na zona de Otimismo Moderado. O indicador da Indústria, que apresentou uma recuperação nos últimos três meses, voltou a recuar 45,6 pontos, marcando -64,2 pontos e se mantendo na zona de Pessimismo Moderado. Já os empresários do setor agropecuário apresentaram arrefecimento em suas expectativas pelo quinto mês consecutivo, mas permanecem na zona de Otimismo Moderado, com 38,9 pontos registrados pela pesquisa em maio, 55,8 pontos abaixo da expectativa verificada no mês anterior.
Pesquisa realizada pela Superintendência de Estudos Econômicos e Sociais da Bahia (SEI), autarquia da Secretaria do Planejamento (Seplan).

Ao contrário do que foi constatado em abril, no mês de maio os empresários baianos se mostraram mais confiantes no desempenho das suas empresas do que na economia, exceto para os empresários dos setores de Serviços e Comércio. No geral, as variáveis econômicas apresentaram decréscimo de 9,2 pontos, enquanto que as de desempenho das empresas registraram acréscimo de 31,7 pontos. Mesmo assim, a expectativa do empresariado baiano em relação às variáveis econômicas está melhor posicionada no indicador (175,4 pontos), do que as de desempenho das empresas (89,7 pontos).

Lembrando que compõem as variáveis econômicas as expectativas em relação ao PIB, câmbio, inflação e juros, e ao desempenho das empresas, as expectativas de vendas, crédito, situação financeira, emprego, capacidade produtiva e abertura de unidades.

Verificando as expectativas de inflação para os próximos meses, 52,2% dos entrevistados esperam que os preços tendam para a estabilidade, 4,4% responderam que os preços estarão plenamente estáveis, 39,1% acham que estarão se afastando da estabilidade, e 4,4% acreditam que ficarão extremamente instáveis. Em relação aos juros, 41,7% esperam uma redução da Selic maior do que 2,0 pontos percentuais para os próximos 12 meses, 50% apostam em uma variação entre -2,0 e 2,0 pontos percentuais, e 8,3% creem em um aumento maior do que 2,0 pontos percentuais.

Ao contrário do Banco Central, que baixou a estimativa do PIB nacional para 2,5% em 2012, 29% dos empresários baianos entrevistados apostam que o crescimento do país para os próximos 12 meses será entre 3,0% e 4,9%, a maioria (58,3%), entretanto, segue a mesma expectativa do BC, com crescimento esperado entre 1,0% e 2,9%. Para o PIB baiano, as expectativas são mais otimistas, 8,3% dos entrevistados acreditam que crescerá 5,0 ou mais pontos percentuais, 41,7%, entre 3,0 e 4,9 pontos e 37,5%, entre 1,0 e 2,9 pontos. A estimativa da coordenação de contas regionais da SEI é de crescimento de 3,7% em 2012.

No geral, a pesquisa aponta expectativas de Otimismo Moderado para os juros, inflação e PIB nacional e Otimismo para o PIB estadual nos próximos 12 meses. Em relação às variáveis de desempenho das empresas, no geral, há Otimismo Moderado em relação às vendas, câmbio, capacidade produtiva, situação financeira, emprego e exportações, e expectativa de Pessimismo Moderado para o crédito.

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